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"Tenho um fraquinho por ti. Convidas-me para um café, pedes-me um conselho, que tal esta gravata, que chatice, o selo do carro, que giro o novo modelo e eu, um fraquinho por ti. Telefonas-me que não dormes, preocupado, amolgado, que porcaria de dia, o IRS, a multa, o escalão, o modelo, o formulário. Queres a bica bem cheia, o bife mal-passado e dispensas, displicente, a sobremesa cubista, enquanto eu me lambuzo e te sorvo, envergonhada, atenta, vidrada. Falas-me da família, da mulher que te controla, a chata, a querida, que te adivinha os humores e te descasca a fruta, redonda, pressurosa. Que te apareceu uma alergia e uma antiga namorada, mais os pneus carecas e a revisão atrasada, conheces alguma oficina. E eu que sim e um fraquinho, um fraquinho por ti. Que brilhantes banalidades, que importantes frivolidades. Uma áurea que te envolve como uma mortalha inspirada, o que dizes a parecer brilhante, dramático e engraçado, tens carradas de razão. Os olhos e os pulsos, tão estreitos e tão peludos, a pose arrufiada e a madeixa desarrumada. Um lanche, uma tarde, uma conversa banal, e eu esbugalhada, à beira de te levar a sério, e sai um baile de finalistas, um tiro no porta-aviões, os cinco do euromilhões, um solstício de Verão. Largas pérolas de sabedoria que sopras na minha boca, que abre e se arrasta, do centro até às bochechas, num riso quase devoto, fugaz e brincalhão, como um daqueles duendes que desarrumam as casas. Que gostas muito, muito dela, que és doido pelas crianças, as caraíbas e a eurodisney, que este ano é que vai ser, que maravilha, que homem amável, daqueles que não há mais, que grandezas vislumbro, nesta apologia sentida do entorno familiar, nesta pública devoção. E eu, fraquinha, fraquinha (fraquinha por ti)."
in um amor atrevido (daqueles blogs mesmo para ler do princípio ao fim)
“Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. A certa altura, a menina disse: - Mãe, como se faz para manter um amor? A mãe olhou para a filha e respondeu: - Agarra num pouco de areia e fecha a mão com força... A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava. - mãe, mas assim a areia cai!!! - Eu sei, agora abre completamente a mão... A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão. - Assim também não consigo mantê-la na minha mão! A mãe, sempre a sorrir disse-lhe: - Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha a mão semi aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade. A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. É assim que se faz durar um amor... Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre... Se ela voltar será sua para sempre, se não, é porque nunca foi sua de verdade.”
A LIBERDADE É O ESPAÇO QUE A FELICIDADE PRECISA! São imensas a vezes em que, em nome do amor, prendemos o outro, chantageamos emocionalmente, vitimizamo-nos, acusamos enquanto apontamos o dedos às vezes que "...já fiz por ti e tu não...". Nestas alturas a ideia de amor disfarça a necessidade de se sentir amado. Amar é libertar, dar espaço ao outro para Ser, é aceitar as suas diferenças e o seu jeito de amar. Como é fácil dizer e tão difícil não termos ciúmes nas alturas em que, não contentes connosco próprios, lançamos a responsabilidade no outro, angustiando-nos com pena da nossa pessoa, que tão coitadinha sente que "...nunca ninguém gostou de mim...". Coloca a sementinha do amor no teu interior, onde o terreno é fértil. Rega com carinho, aceitação, respeito e amor-próprio. Arranca as ervas-daninhas que, em jeito de pensamentos negativos, minam a tua auto-esima e te incitam a culpabilizar os outros pelos teus momentos menos bons. Demora 4 estações, mas a colheita será forte e duradoira, continuando a lançar novas sementes de esperança no teu coração. A abundância dar-te-á vontade de partilhar. Pelo teu amado, pela tua família, pelos amigos, colegas, ... O Amor Liberta, a começar por ti...
“Amor: Expressão da Liberdade
O amor e a liberdade fazem parte de um só. Andam juntas a caminho da felicidade. Sem liberdade não há amor. Como podemos amar sem liberdade? Sufocando quem nós amamos? O verdadeiro amor não espera nada em troca. Simplesmente se deixa fluir sem medo. Entrega-se pelo simples desejo de se entregar. Acontece naturalmente. Não se pode controlar a pessoa amada. A felicidade de quem amamos, tem que ser nossa principal alegria. Mesmo se essa felicidade for com outra pessoa. Um amor sem renúncia, não é amor, se torna egoísmo. Entra num caminho em rumo a própria felicidade. Tornando-se egoísta, se envaidecendo por ter a pessoa ao lado. E se esquecendo da felicidade a dois. O amor é puro, inocente, uma empatia profunda.... E principalmente expressa liberdade.
Beatriz alípio”
Para finalizar, os relacionamentos amorosos devem ter como base a liberdade individual de cada um. Pessoas livres têm potencialidades maiores para experimentar relações mais conscientes, gratificantes e duradouras. Quando as pessoas entendem que relacionar-se amorosamente com alguém não significa fechar-se para o mundo, elas transformam as suas maneiras de amar e viver. Saber respeitar, entender e aceitar o espaço individual do parceiro (a) é de vital importância em qualquer relação. Nos relacionamentos muito fechados, onde não existe espaço para que cada pessoa possa realizar os seus projetos, os seus sonhos e desejos pessoais, a falta de individualidade, acaba por trazer muita frustração para ambos. Numa relação responsável subentende-se que o companheiro (a) é uma pessoa livre, que tem direitos e vontades próprias. É importante que a pessoa se sinta aceite e amada para que consiga expressar os seus sentimentos e desejos. A Liberdade e o amor devem andar sempre juntos, pois nutrem-se mutuamente. Quando alguém dá amor mas não oferece liberdade, faz com que esse amor, aos poucos, vá perdendo a sua capacidade de pulsar. Sentimentos de apego e insegurança limitam a capacidade de amar, fazendo com que o casal se torne escravo de seus próprios medos. A pessoa que não tem espaço suficiente para realizar as coisas que gosta, também não oferece ao companheiro (a), oportunidades para crescer e ser livre. O resultado final de uma relação como esta, é uma grande decepção que se acumula durante os anos de convívio. Exemplos não faltam. Existem casos de mulheres que tiveram que abandonar as suas carreiras profissionais em prol dos seus casamentos, simplesmente por medo de serem rejeitadas pelo marido. Também há homens que deixaram os seus amigos ou hobbies porque as suas mulheres não aceitavam tal conduta. O que se vê, são homens e mulheres que deixam de ser eles mesmos para agradar o outro. Esses casais limitam-se, podam-se e aniquilam as suas próprias identidades. Indivíduos que vivem relacionamentos baseados em apego e dependência, não conseguem ultrapassar as fronteiras do medo, da carência afectiva e da submissão. É preciso coragem e muito amor para estimular o parceiro na realização dos seus sonhos, o que resultará certamente em relações duradouras e gratificantes para ambos.
O AMOR E A LIBERDADE (OSHO) É um fato conhecido: você não se apaixonar pela pessoa real, você se apaixona pela pessoa de sua imaginação. Você projeta sua imaginação em cima da pessoa amada, inconscientemente. Você cria um aura em torno dela e ela cria uma aura em torno de você. Você faz tudo parecer lindo, sonhando, evitando a realidade. Até quando? Até que a realidade começa a aflorar e os problemas começam a surgir. Esse é o conflito constante em todas as relações, em toda parte e desde sempre. Assim, podemos dizer que o amor é uma necessidade, mas, em si mesmo, insuficiente. Para agravar as coisa, quando digo "Eu te amo", significa: "Você também tem que me amar". "Você não deve amar mais ninguém e não quero compartilhar meu amor com mais ninguém". Daí surgem o ciúme, o sentimento de posse, o medo e outros conflitos mais que caracterizam a maioria das relações. Para que o amor prospere, é necessário liberdade, confiança. O amor permite liberdade. O verdadeiro amor não pode criar um cativeiro. Você ama tanto a pessoa que não interfere em sua privacidade. A exigência básica é: "Eu aceito a outra pessoa como ela é". "A felicidade da pessoa amada é a minha felicidade". No verdadeiro amor não existem condições. Dar amor é a verdadeira experiência. Aqueles que encontram a fonte do amor, amarão por nenhuma outra razão, além de simplesmente terem muito amor, sem nada exigirem em troca. Apaixonar-se...   Rir até doer a barriga,  encontrar milhares de mails de amigos quando abres o teu mail, Passear por lugares Lindos,  Ouvir a musica perferida vezes sem conta,  Deitar na cama e ouvir a chuva a cair lá fora,  Sair do duche e ter a toalha bem quentinha Receber uma chamada de alguem que nao `vês á muito,  Uma boa Conversa,  
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